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ELEIÇÕES 2022

Marquinhos Trad defende atenção maior às pessoas

Pré-candidato do PSD ao Governo do Mato Grosso do Sul tem visitado as regiões do Estado e defendido ações que contribuam para mudar a realidade das famílias mais carentes

31 de maio de 2022

Marquinhos Trad: “As pessoas precisam de uma política pública social forte para ajudá-las a sair da condição de miserabilidade”

Redação Scriptum

O pré-candidato do PSD ao Governo do Mato Grosso do Sul, ex-prefeito de Campo Grande Marquinhos Trad, tem visitado as diversas regiões do Estado para conhecer as demandas da sociedade e elaborar seu plano de governo. Nessas visitas, diz Trad, tem constatado “grande demanda por emprego e muitas pessoas que vivem em condições precárias”.

Segundo ele, “as pessoas precisam de um programa, de uma política pública social forte para ajudá-las a sair desta condição de miserabilidade. Precisam de oportunidades. Uma grande parte da nossa população vive em condições precárias e necessitam de trabalho, de oportunidade. Há muita gente passando fome. Segundo IBGE, 21% da população, aproximadamente 600 mil pessoas, vivem com menos da metade de um salário-mínimo”.

O pré-candidato do PSD defende, como parte da solução para esse problema, a ampliação dos direitos para que os pequenos e médios empresários consigam melhores condições de investimento e, consequentemente, gerem mais emprego e desenvolvimento para o Estado. “Vamos construir um Estado mais competitivo, com planejamento e atenção a quem produz e garante o desenvolvimento do Estado”, afirma.

Em sua opinião, “se o empresário gera emprego, temos que incentivá-lo, reduzindo imposto e não fazendo tributação antecipada. São ajustes que fortalecem os pequenos, geram empregos e desenvolvimento maior para o Estado, reduzindo as desigualdades”.

Marquinhos ressalta ainda a necessidade de atenção maior do Estado para a realidade das famílias, questionando os números muitas vezes apresentados. “Do que adianta dizer que o PIB cresceu, se isso não muda a vida de grande parte das pessoas, especialmente os mais pobres. É preciso olhar a realidade dos assentamentos, quilombolas, das aldeias, incentivar projetos que atendam a esta população que precisa de uma atenção maior para a transformação da realidade de vida delas. Eles não querem regalias, necessitam de trabalho, de oportunidade”, concluiu.

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