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Fusão

No Paraná, Kassab apresenta novos objetivos do Ministério

“Priorizaremos parcerias com capital privado, além de firmar convênios para angariar conhecimento e investir em capital humano”, disse o ministro da Ciência e Tecnologia em evento na Associação Comercial paranaense.

13 de jun de 2016

Gilberto-Kassab-ACP

O ministro Kassab: “Buscamos modelos de convênios que criem independência e autonomia”

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, participou na sexta-feira (10), na Associação Comercial do Paraná (ACP), de encontro promovido em conjunto pelo Conselho Político e Instituto ACP para Inovação. O objetivo da visita do ministro foi apresentar a nova proposta do Ministério, após fusão das atividades de ciência e tecnologia com as comunicações.

O ministro foi saudado pelo presidente Antonio Miguel Espolador Neto, vice-presidente Sinval Lobato Machado, coordenador do Conselho Político e Eduardo Aichinger, coordenador do Instituto ACP para Inovação, na presença de grande número de dirigentes da entidade, ex-presidentes, autoridades e políticos.

Kassab disse nesta fase inicial sua rotina será percorrer o Brasil para demonstrar a importância do capital privado e público voltados aos investimentos em inovação, pesquisa e também comunicações. Especificamente com relação à reunião na ACP, “objetivamos incentivar parcerias e apresentar projetos da pasta para 2016 e para os próximos dois anos. Priorizaremos parcerias com capital privado nacional e internacional, além de firmar convênios com objetivo de angariar mais conhecimento para o Brasil no sentido de investir em capital humano. Neste sentido haverá grande esforço para que brasileiros que foram estudaram fora tragam seu know-how ao país de origem”, disse.

Como exemplo, Kassab citou a parceria que está sendo firmada entre a Universidade de São Paulo (USP) e o Instituto Pasteur, um convênio que visa beneficiar o país a partir de uma sede montada nas dependências da universidade da capital paulista.

“Buscamos modelos de convênios que criem independência e autonomia, como é o caso de Florianópolis, em que a parceria com a indústria farmacêutica possa possibilitar a produção de importantes itens do complexo farmacêutico, que hoje em sua grande maioria são produzidos fora e provocam abalo na nossa economia”, destacou.

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