Loading

Pesquisar

MUNICÍPIOS

Noman age e furto de cobre cai 78% em Belo Horizonte

Com fiscalização e regras mais rigorosas para o comércio de sucata, a gestão do prefeito de BH, Fuad Noman (PSD), conseguiu reduzir os casos registrados pela Guarda Civil Municipal

17 de ago de 2023

Fiscais da Prefeitura fazem avaliação de ferro velho

Edição Scriptum com Prefeitura de BH

Depois que a gestão do prefeito de Belo Horizonte, Fuad Noman (PSD), intensificou as ações de fiscalização, os furtos de fios e cabos para venda de cobre registraram queda de 78,3%. A redução foi observada nos últimos cinco meses no registro de ocorrências pela Guarda Civil Municipal, abrangendo fiação de energia elétrica, telefonia, TV a cabo e internet.

A fiscalização foi intensificada pela Prefeitura da capital mineira nos locais que comercializam esses materiais, ao mesmo tempo em que se tornou mais rígidas as regras para o controle do comércio de recicláveis na capital com a publicação do decreto 18.265/23, em março deste ano.

De março a julho de 2022 foram registradas 97 ocorrências de furtos de cabos em Belo Horizonte. No mesmo período deste ano o número caiu para 21 casos. O balanço não inclui os casos atendidos pela Polícia Militar, que também é acionada para registro desse tipo de ocorrência.

O decreto 18.265/23, que regulamenta a Lei 10.365/11, obriga as empresas a registrarem a origem dos produtos, os dados dos fornecedores, como carteira identidade e endereço, além de fazer a descrição das características e fotografar os objetos. A intenção é coibir o furto de cabos e materiais metálicos na cidade.

Multas

As operações de fiscalização, realizadas na maioria das vezes em ferros-velhos, alcançaram 164 vistorias que resultaram na interdição de quatro estabelecimentos, emissão de 27 multas e 168 notificações. A ação das equipes de fiscalização de controle urbanístico e ambiental e da Guarda Municipal, com apoio da Polícia Militar, ocorre de forma rotineira pela cidade.

De acordo com José Mauro Gomes, subsecretário de Fiscalização, o decreto constitui em importante mecanismo jurídico por conter medidas que auxiliam no combate à prática comercial criminosa de furto de metais, principalmente de fiação dos sistemas de telefonia, energia elétrica, trânsito, transporte, entre outros. A Legislação atua também como instrumento de reforço das ações das polícias (Civil e Militar) para identificar e punir os responsáveis pelo furto desses materiais e danos ao patrimônio público.

“A legislação tem o objetivo de assegurar que empresas regulares que trabalham conforme as regras vigentes continuem exercendo as atividades e as irregulares – que atuam como receptores de materiais furtados – sejam punidas com a aplicação de multas, cassação do Alvará de Localização e Funcionamento e interdição”, afirmou o subsecretário.

Os responsáveis pelo comércio irregular estão sujeitos à multa no valor de R$1.014,69. O valor dobra a partir da segunda reincidência. Além disso, poderá haver cassação imediata do alvará de localização e funcionamento na terceira reincidência e interdição do estabelecimento.

Informações Partidárias

Notícias