
O governador Ratinho Jr: neste ano foram firmados 136 contratos para a implantação e ampliação de parques industriais em 49 municípios paranaenses
Edição Scriptum com Agência Estadual de Notícias
Sob a gestão do governador Carlos Massa Ratinho Junior (PSD), o Paraná alcançou um novo recorde de investimentos privados, por meio do programa Paraná Competitivo, que oferece incentivos e benefícios para empresas que desejam se instalar ou expandir operações no Estado. A soma dos contratos assinados ao longo deste ano chegou a R$ 15 bilhões, o melhor resultado da história do projeto, criado em 2011. O valor é cerca de 8% maior que os R$ 13,8 bilhões alcançados em 2024.
Neste ano foram firmados 136 contratos para a implantação e ampliação de parques industriais em 49 municípios paranaenses. De acordo com estimativas da Assessoria de Assuntos Econômicos e Tributários (AEET) da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa), a previsão é que esses empreendimentos gerem cerca de 21,9 mil empregos diretos.
Para o secretário estadual da Fazenda, Norberto Ortigara, a marca histórica é um reflexo do sucesso do programa e do cenário de estabilidade econômica do Estado. Em 2025, o Paraná conquistou a nota máxima nos principais indicadores fiscais do Brasil e do mundo — o que, segundo ele, é um catalisador para atrair novos investidores. “Quando celebramos a Capag A+ ou o reconhecimento de agências como Fitch e Moody’s, estamos falando justamente da imagem e da confiança que o Estado passa para o mundo. E o resultado do Paraná Competitivo em 2025 mostra isso. Mostra como somos uma economia forte, estável e bastante consolidada, que transmite segurança, ou seja, é um ambiente propício para negócios.”
Segundo o diretor-presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin, o programa se tornou um elemento estratégico e fundamental para a economia estadual. “O Paraná Competitivo vem se mostrando necessário para trazer esse grande número de investimentos e ampliações das fábricas aqui. Mais do que isso, ele desempenha um papel atual e necessário nessa briga fiscal entre os Estados. É uma grande vantagem que temos para trazer todos esses investimentos.”