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PATRIMÔNIO

Pernambuco vai restaurar dois fortes em Fernando de Noronha

Governadora Raquel Lyra vai investir R$ 15,8 milhões em obras nos fortes Santo Antônio e São Pedro do Boldró

25 de mar de 2025

No total, o investimento estimado para realização das duas obras é de R$ 15,8 milhões

Edição Scriptum com Assessoria de Comunicação

O Governo de Pernambuco publicou no Diário Oficial do Estado o edital de licitação para as obras de restauração do Forte de Santo Antônio e do Forte de São Pedro do Boldró, ambos localizados no Arquipélago de Fernando de Noronha. O processo será realizado pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), em parceria com o governo federal, por meio do Iphan. No total, o investimento estimado para realização das duas obras é de R$ 15,8 milhões, provenientes de recursos do programa federal.

Os dois fortes são tombados em nível federal, mas mantidos pelo Governo de Pernambuco. Em janeiro deste ano, a governadora Raquel Lyra (PSD) assinou, junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), os termos de compromissos para a restauração dos bens.

O Forte de Santo Antônio pertence à União e trata-se da primeira das fortificações e um dos principais pontos de visitação de Fernando de Noronha. Por sua vez, o Forte de São Pedro do Boldró integra o Conjunto Histórico do Arquipélago de Fernando de Noronha e teve sua construção iniciada no ano de 1757. A antiga fortificação tem uma vista excepcional do arquipélago e, em especial, do pôr do sol.

“A partir das obras dos fortes de Santo Antônio e do Boldró, noronhenses e turistas poderão compreender o maior sistema de defesa do século 18. Com essas importantes ações de preservação, o Governo do Estado contribui para agregar a riqueza histórica e cultural ao contexto turístico do arquipélago, já reconhecido como Patrimônio Natural Mundial”, ressaltou a presidente da Fundarpe, Renata Borba.

O objetivo do projeto de conservação e revitalização dos fortes de Fernando de Noronha é identificar os alicerces remanescentes da fortificação; consolidar as estruturas e realizar intervenções de conservação das ruínas; requalificar o espaço da fortificação, mediante a reconstituição das muralhas, implantar circuito acessível, iluminação, sinalização e museografia; e requalificar o entorno da edificação, mediante o agenciamento, tratamento paisagístico, sinalização e iluminação.

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