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Ranking de Competitividade: Santa Catarina é 3º do País

Estudo mede a competitividade e qualidade dos serviços públicos oferecidos pelos Estados.

10 de dez de 2015

Santa Catarina, Estado que é administrado já há cinco anos por Raimundo Colombo, do PSD, obteve o terceiro lugar no Ranking de Competitividade dos Estados, estudo realizado em conjunto pelo Centro de Liderança Pública (CLP), Tendências Consultoria e Economist Intelligence Unit. O trabalho apura quais Estados brasileiros estão melhorando a competitividade e os serviços públicos oferecidos aos cidadãos e compara o desempenho deles com os indicadores dos países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico).

O Ranking de Competitividade foi criado com o propósito de gerar informações que possam municiar a atuação dos governadores de Estado. A partir da análise sistêmica de 64 indicadores brasileiros, o ranking consolida 10 pilares essenciais para o desenvolvimento nacional: Capital Humano, Educação, Eficiência da Máquina Pública, Infraestrutura, Inovação, Potencial de Mercado, Segurança Pública, Social, Solidez Fiscal, Sustentabilidade e Sustentabilidade Ambiental. Além de terem uma nota geral, os Estados são classificados em cada pilar e cada indicador.

São Paulo foi o Estado que ficou na primeira colocação, com nota 90,7, seguido por Paraná (80,4), Santa Catarina (77,8) e Distrito Federal (70,9). Os últimos colocados foram Pará (37,3), Acre (35,7) e Alagoas (24,9).

Santa Catarina apresentou boas colocações em 8 dos 10 pilares: 1º colocado em sustentabilidade social; 3º em segurança pública, capital humano e inovação; 4º em infraestrutura, educação e eficiência da máquina pública; 5º em solidez fiscal.

O diretor-presidente do Centro de Liderança Pública, Luiz Felipe d’Avila, acredita que no atual cenário de ajuste fiscal o Ranking de Competitividade possui potencial para operar como um poderoso sistema de auxílio dos governadores na tarefa de priorizar investimentos, pois fornece um mapeamento dos fatores de competitividade e de fragilidade. “Os gastos correntes dos Estados têm aumentado e sobra pouco para investir”, diz ele. “O Brasil precisa melhorar para ser mais competitivo”, comenta. Adriano Pitoli, sócio da Consultoria Tendências, coautora do trabalho, destaca que o ranking “proporciona aos cidadãos uma eficiente ferramenta de avaliação da qualidade dos serviços públicos prestados”.

Os dados do Ranking de Competitividade dos Estados podem ser consultados acessando este link.

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