Loading

Pesquisar

ESTADOS

RS promove aumento histórico de seu efetivo policial

Eduardo Leite (PSD) autoriza chamamento do maior número de novos servidores da Polícia Penal gaúcha

07 de jan de 2026

Servidores da Polícia Penal realizam atividades de atendimento, vigilância, custódia, guarda, escolta, assistência e orientação de pessoas recolhidas aos estabelecimentos penais

Edição Scriptum com Governo do Rio Grande do Sul

O chamamento de cerca de mil novos servidores para a Polícia Penal gaúcha, o maior da história da instituição, foi autorizada na terça-feira (6) pelo governador Eduardo Leite (PSD). “O fortalecimento da estrutura da Polícia Penal é fundamental para a segurança pública no Rio Grande do Sul. As ações de enfrentamento ao crime nas ruas resultam, naturalmente, no ingresso de pessoas no sistema prisional, o que exige um Estado preparado para custodiar e ressocializar com responsabilidade”, disse Leite.

Ele lembrou ainda que sua gestão ampliou vagas, qualificou a estrutura dos presídios e investiu em novos armamentos, equipamentos e tecnologia. “No entanto, o capital humano é decisivo nesse processo de combate ao crime, inclusive a partir dos presídios. Com essas medidas, superamos uma realidade em que policiais militares precisavam atuar dentro das unidades prisionais. Até o final do nosso governo, cerca de mil policiais militares que estavam atuando nos presídios retornarão às ruas, reforçando o policiamento ostensivo e a segurança da população”, enfatizou o dirigente gaúcho.

A decisão foi confirmada em reunião com o secretário de Sistemas Penal e Socioeducativo, Jorge Pozzobom, no Palácio Piratini. A nomeação deve ocorrer em breve, com a publicação no Diário Oficial do Estado (DOE). A medida decorre da Lei Complementar 16.449/2025, que dispõe sobre o Estatuto da Polícia Penal, aprovada pela Assembleia Legislativa em 16 de dezembro e sancionada pelo governador em 24 de dezembro.

O governador também anunciou que já está prevista a realização de um novo concurso para a Polícia Penal.

Reforço

A nova legislação regulamentou a Polícia Penal e ampliou significativamente o número de vagas, com a criação de 6.938 cargos de policiais penais (antigos agentes penitenciários) e 50 de técnicos administrativos (antigos agentes penitenciários administrativos). Incluindo-se os analistas (antigos técnicos superiores penitenciários), a Polícia Penal chega a um quadro de 14.455 cargos, a ser preenchido ao longo dos anos a partir de concursos públicos em todas as áreas. Desde 2019, o governo do Estado já nomeou 4.352 servidores para a instituição.

Os servidores da Polícia Penal realizam atividades de atendimento, vigilância, custódia, guarda, escolta, assistência e orientação de pessoas recolhidas aos estabelecimentos penais. A instituição deve atuar para a manutenção da ordem e da disciplina nas unidades, a reintegração social dos presos e o combate ao crime organizado no âmbito do sistema prisional, cabendo-lhe ainda atuar na fiscalização de pessoas monitoradas ou em cumprimento de prisão domiciliar.

Informações Partidárias

Notícias