
Turismo sergipano cresceu 9%, no acumulado do ano, ficando atrás apenas de Minas Gerais e Bahia.
Edição Scriptum com Agência Sergipe de Notícias
A gestão do governador de Sergipe, Fábio Mitidieri (PSD), tem mais um resultado para comprovar o acerto dos investimentos que vem fazendo e das políticas públicas que vem adotado para estimular o turismo no Estado. A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomércio/SP) apontou que Sergipe teve o 3º melhor turismo do Brasil em 2024.
O secretário estadual do Turismo, Marcos Franco, ressalta que os números revelados na pesquisa são fruto do trabalho desenvolvido pela atual gestão estadual, por meio da Setur, em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Sergipe (ABIH/SE), na promoção do destino Sergipe nos principais mercados emissivos de turistas do País. “Nunca se viu tantos turistas no Estado como nos últimos dois anos, período da gestão de Fábio Mitidieri, que enxerga no setor um alavancador da economia, por meio da geração de empregos e renda”, afirma o secretário.
O estudo da Fecomércio/SP apontou que, até novembro do ano passado, o turismo sergipano cresceu 9%, no acumulado do ano, ficando atrás apenas de Minas Gerais e Bahia. Esse percentual de crescimento é quase o dobro da média nacional, já que o Brasil obteve 4,6% de elevação no faturamento dos empreendimentos de turismo.
Somente na variação mensal de novembro do ano passado, Sergipe aumentou a participação de recursos circulantes na atividade do turismo, em 9,7% diante de novembro de 2023. Foram mais de R$ 57,3 milhões investidos pelas pessoas nos empreendimentos de turismo do Estado. Ressalte-se, ainda, que, segundo dados do estudo realizado pela entidade paulista, a movimentação econômica das atividades do turismo, entre janeiro e novembro de 2024, deixou R$ 560 milhões em Sergipe.
A hotelaria, mostrou o estudo, registrou aumento de 35,38% no movimento, enquanto crescimento de 26,65% nas contratações das locadoras de veículos. O artesanato local teve aumento de 22,90%, havendo ainda evolução de 25,55% no comércio de alimentos e de 20,81% nas vendas em lojas.