
Agentes receberão valores que deverão girar em torno de R$ 125 e R$ 250, dependendo das horas de serviço
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O prefeito de Florianópolis, Topázio Neto (PSD), sancionou na terça-feira (25) a lei municipal que institui a figura do agente voluntário de apoio às forças de segurança do município. A iniciativa permitirá que moradores da capital catarinense atuem como Agentes de Segurança e Ordem Pública Comunitários, prestando apoio à Guarda Municipal, à Defesa Civil e às equipes de Fiscalização em ações operacionais, além de participar de programas e projetos sociais.
O trabalho dos voluntários será sempre supervisionado por um agente destas forças municipais. Além do ressarcimento financeiro, o município poderá oferecer seguro de vida e saúde, além de auxílio em casos de afastamento por acidente ou doença causada pelo serviço.
“É uma iniciativa inovadora na gestão pública. Vamos promover a participação do nosso cidadão na organização da cidade e garantir um ambiente agradável para moradores e visitantes a exemplo do que já acontece nos países desenvolvidos”, destacou o prefeito Topázio Neto.
Os agentes receberão valores que deverão girar em torno de R$ 125 e R$ 250, dependendo das horas de serviço. O serviço será de acordo com escalas definidas pelo município, com descanso mínimo de 36 horas entre um turno e outro. O cadastramento será realizado de acordo com regiões da cidade para facilitar o serviço e aproximar os agentes da comunidade em que já estão inseridos.
Já em dezembro, ao menos 50 voluntários vão reforçar as equipes para atuação no verão. Esse efetivo irá aumentar gradualmente, chegando a 100 voluntários diários na alta temporada.
A proposta foi baseada em projeto do Corpo de Bombeiros Militares de Santa Catarina (CBMSC). Todos os candidatos deverão passar por curso preparatório conduzido pela Academia da Guarda Municipal de Florianópolis, além de comprovar sanidade física e mental e apresentar negativa de antecedentes criminais. O trabalho será sempre supervisionado por servidores da Prefeitura para garantir a segurança dos voluntários, que não poderão lavrar autos ou portar armas.