
Crescimento foi puxado pelas 168 novas usinas que entraram em operação no semestre
Redação Scriptum com Ministério de Minas e Energia
O Brasil fechou o primeiro semestre de 2024 com expansão de 5,7 gigawatts (GW) de potência instalada na matriz elétrica nacional. O aumento garantiu o melhor desempenho do setor em 27 anos, de acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME). As informações passaram a ser compiladas na agência em 1997, ano em que a instituição foi criada. “Esses números comprovam que o nosso planejamento do setor elétrico tem alcançado resultados positivos para garantir a segurança elétrica nacional, aproveitando todas as nossas potencialidades do Brasil, especialmente nas matrizes de fontes renováveis, como a solar, a eólica e a de biomassa”, destaca o ministro Alexandre Silveira. Ainda conforme o ministro, o crescimento foi puxado pelas 168 novas usinas que entraram em operação nesse período.
A meta de crescimento da geração de energia elétrica do País para este ano é de 10,1 GW. O ano de 2023 encerrou com um acréscimo de 10,3 GW na matriz elétrica, mesmo tendo um primeiro semestre com crescimento menor do que em 2024.
Segundo a ANEEL, as maiores fontes renováveis que compõem atualmente a matriz de energia elétrica centralizada são a hídrica, com 53,88% do total, a eólica (15,22%) e a de biomassa (8,31%). Entre as fontes não renováveis as maiores são o gás natural (8,78%), o petróleo (3,92%) e o carvão mineral (1,7%).