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Deputados aprovam relatório da CPI de Fundos de Pensão

Com votos favoráveis dos deputados João Rodrigues (PSD-SC), Delegado Éder Mauro (PSD-PA) e Herculano Passos (PSD-SP) a CPI que apura fraudes nos Fundos de Pensão aprovou seu relatório final

15 de abr de 2016

Deputado Delegado Éder Mauro (PA) - Fotos: Cláudio Araújo Deputado Delegado Éder Mauro (PA) – Fotos: Cláudio Araújo

Deputado Delegado Éder Mauro (PA) – Fotos: Cláudio Araújo

Com os votos favoráveis dos deputados João Rodrigues (PSD-SC), Delegado Éder Mauro (PSD-PA) e Herculano Passos (PSD-SP) a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apura fraudes nos Fundos de Pensão aprovou, na quinta-feira (14), o seu relatório final, que pede o indiciamento de 145 suspeitos de envolvimento em esquemas de corrupção com instituições financeiras.

Há suspeita de desvios de mais de R$ 113 bilhões com a desvalorização de ativos dos fundos da Caixa Econômica Federal (Funcef), dos Correios (Postalis), da Petrobras (Petros) e do Banco do Brasil (Previ) entre os anos de 2011 a 2015.

“O relatório detalhou perfeitamente os indícios, a exemplo da falência do banco BVA, o suposto envolvimento do doleiro Alberto Youssef, e também fatos ligados à operação Lava Jato que podem ter contribuído para esta CPI”, disse o deputado Delegado Éder Mauro.

Deputados João Rodrigues (SC) e Herculano Passos (SP)

Deputados João Rodrigues (SC) e Herculano Passos (SP)

Os deputados João Rodrigues e Herculano Passos, vice-líderes do PSD, seguiram o mesmo raciocínio. “Nós aprovamos inclusive um adiamento para melhor apuração. Vimos muita coisa errada e constatamos um rombo enorme nestas instituições. Pessoas do alto escalão também devem ser responsabilizadas”, explicou Passos.

Já Rodrigues afirmou que o relatório atende o anseio dos parlamentares. “Caberá ao Ministério Público averiguar estes indícios e que se puna todos, inclusive pessoas com cargos importantes”, disse.

O relatório pede ao MP a abertura de 166 pedidos de investigação de pessoas e empresas na esfera civil, que podem ser condenadas de acordo com os critérios da Lei de Improbidade Administrativa (8.429/92).

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