
Bancada do PSD na Câmara Federal
Edição Scriptum com Redação da Liderança do PSD na Câmara
Com nove parlamentares no topo do ranking “Cabeças do Congresso Nacional”, elaborado pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP), o PSD está entre os partidos mais influentes no Parlamento brasileiro. O estudo aponta os deputados e senadores com maior influência no processo decisório no Legislativo federal.
O Diap coloca o PSD no terceiro lugar entre os partidos com representação no Congresso, atrás apenas de PT e PL, que ocupam governo e oposição, respectivamente. Foram 9 parlamentares no topo: 5 deputados e 4 senadores.
Segundo a publicação, o PSD “consolida sua força como fiel da balança no Legislativo”.
A maior parte dos parlamentares do PSD citados no ranking são classificados como “articuladores/organizadores”, deputados que se destacam pelo excelente trânsito nas diversas correntes políticas, com alta capacidade de negociação e construção de consensos.
Elite parlamentar
A bancada de deputados federais do PSD tem cinco deputados na elite do ranking, os chamados “Cabeças do Congresso”.
O líder Antonio Brito (BA), a deputada Laura Carneiro (RJ) e os deputados Domingos Neto (CE); Luiz Gastão (CE); e Wellington Roberto (PB) são os parlamentares considerados pelo Diap protagonistas das principais decisões legislativas.
Os “Cabeças” do Congresso Nacional são, na definição do DIAP, aqueles parlamentares que conseguem se diferenciar dos demais, com capacidade de conduzir debates, negociações, votações, articulações e formulações.
O levantamento também destaca os “Parlamentares em Ascensão”, categoria destinada a deputados e senadores que vêm assumindo missões de destaque, ampliando sua influência política e se consolidando como futuras lideranças do Parlamento.
Pelo PSD, foram reconhecidos Hugo Leal (RJ); Túlio Gadêlha (PE); Pedro Paulo (RJ); Otoni de Paula (RJ); e Mersinho Lucena (PB).
Pesquisa
A edição de 2026 reúne os 100 parlamentares mais influentes do Congresso Nacional, sendo 69 deputados federais e 31 senadores, além de uma relação de 50 parlamentares em ascensão.
O levantamento considera apenas parlamentares em efetivo exercício do mandato durante o período de avaliação, que compreende o desempenho legislativo desde a posse até junho de 2026.