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Átila Lins defende na Suíça ações humanitárias do Brasil 

Deputado do PSD-AM destaca desafios da Amazônia na Assembleia da União Interparlamentar

31 de out de 2025 · Átila Lins, PSD AM, Suiça, UIP

Delegação brasileira participou da Assembleia da União Interparlamentar (UIP)

Edição Scriptum com Redação da Liderança do PSD na Câmara

Em pronunciamento feito em Genebra, na Suíça, durante a 151ª Assembleia da União Interparlamentar (UIP), o deputado Átila Lins (PSD-AM) defendeu as normas e ações humanitárias, especialmente as do Brasil, focando na urgência do Direito Internacional Humanitário. O evento ocorreu em Genebra, na Suíça, de 21 a 24 de outubro.

“Vivemos uma era em que conflitos armados, deslocamentos forçados e emergências climáticas se entrelaçam, produzindo sofrimento e fragilizando comunidades inteiras”, destacou.

Como parlamentar do Amazonas, onde vivem mais de quatro milhões de pessoas, muitas em comunidades isoladas, Átila Lins destacou os desafios humanitários e ambientais da região. “A preservação da floresta e o apoio a quem dela depende não são apenas questões ambientais, mas sim compromissos humanitários com vidas vulneráveis e com a estabilidade climática global”, declarou.

Átila Lins falou também sobre a necessidade de integração da Amazônia para combater as desigualdades. “Na Amazônia, isso significa promover o desenvolvimento econômico e acabar com as desigualdades, integrando essa região tão rica em biodiversidade com o restante do planeta.”

Do mesmo modo, o decano da bancada do PSD na Câmra ressaltou que populações tradicionais, indígenas e ribeirinhas enfrentam pressões crescentes, incluindo o aumento da violência associada ao tráfico de drogas e ao contrabando, além dos deslocamentos causados por desastres naturais cada vez mais intensos.

Lins enfatizou que a atuação do Parlamento brasileiro busca proporcionar proteção social e atendimento emergencial e que o Brasil segue cooperando com organismos internacionais, como a Cruz Vermelha e o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), para apoiar refugiados e deslocados internos.

“Logo, defender o Direito Internacional Humanitário é também combater as causas profundas das crises que afetam grande parcela da população mundial”, disser o deputado amazonense em Genebra.

Solidariedade 

O parlamentar defendeu também a necessidade de novas abordagens. “Precisamos de abordagens que combinem proteção às populações vulneráveis com políticas de longo prazo. Avanços tecnológicos podem ampliar o alcance da ajuda, levando conectividade, informação e serviços a regiões remotas.”

Paralelamente à Assembleia-Geral da UIP, a delegação brasileira foi recebida, em 21 de outubro, pelo diretor-geral da Cruz Vermelha, Pierre Krähenbühl. A audiência foi para debater o direito humanitário e a atuação do Brasil no cenário global.

A reunião também abordou a atuação do Brasil na proteção do direito internacional humanitário. O País é um dos colíderes da Iniciativa Global para o Direito Internacional Humanitário, ao lado de África do Sul, Cazaquistão, China, França e Jordânia.

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