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Fávaro aponta caminhos para crescimento do agronegócio

Ministro da Agricultura fala sobre avanços de sua gestão e comemora o acordo entre Mercosul e União Europeia

25 de mar de 2026 · agronegócio, Carlos Fávaro, Mato Grosso, Show Safra 2026

Fávaro lembrou que o avanço do setor depende da articulação entre políticas públicas, desenvolvimento tecnológico e expansão das relações comerciais internacionais.

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O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, senador do PSD-MT licenciado, destacou, na abertura oficial do Show Safra 2026, em Lucas do Rio Verde (MT), na segunda-feira (23), a importância da ampliação de mercados, do acesso ao crédito e da inovação tecnológica para o fortalecimento do agronegócio brasileiro. Ele lembrou que o avanço do setor depende da articulação entre políticas públicas, desenvolvimento tecnológico e expansão das relações comerciais internacionais. Segundo ele, iniciativas como o evento contribuem para aproximar produtores, empresas e investidores, além de estimular a disseminação de conhecimento e soluções voltadas ao campo.

Considerado um dos principais eventos do setor no país, o Show Safra reforça o papel de Lucas do Rio Verde como um dos polos de inovação, tecnologia e geração de negócios do agronegócio em Mato Grosso.

O ministro também pontuou a necessidade de ampliar o acesso às oportunidades no setor. Ele destacou que a abertura de mais de 550 mercados internacionais tem sido estratégica para garantir renda aos produtores e enfrentar os desafios do campo.

O ministro, em entrevistas à imprensa, comemorou a entrada em vigor, no próximo mês, do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia. Para ele, trata-se de um momento histórico que ressignifica a relação comercial da América do Sul com o continente europeu e tende a impulsionar a economia brasileira. “É uma notícia excelente. É um acordo espetacular. E temos de comemorar o novo patamar comercial que atingimos com a União Europeia”, disse.

Fávaro minimizou as críticas sobre as salvaguardas estabelecidas pelos países europeus a produtos agrícolas do Mercosul. “As salvaguardas são recíprocas e nós também faremos uso delas caso tenhamos necessidade”, disse.

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