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CONGRESSO

Senador critica exigências para exploração de petróleo no Amapá

Em pronunciamento no plenário, Lucas Barreto (PSD-AP) condenou restrições ambientais impostas pelo Ibama à exploração da Margem Equatorial

21 de maio de 2025

O senador Lucas Barreto: “Discurso ambiental se tornou escudo para quem, na verdade, defende ecologia de conveniência que sacrifica o povo amapaense”

Edição Scriptum com Agência Senado

O senador Lucas Barreto (PSD-AP) criticou na terça-feira (20) as exigências feitas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para autorizar a exploração de petróleo na área conhecida como Margem Equatorial, no litoral do Amapá. O órgão ambiental aprovou nesta semana o Plano de Proteção e Atendimento à Fauna Oleada (PPAF), apresentado pela Petrobras. Em pronunciamento no Plenário, Barreto classificou a autorização do Ibama como “uma liberação com coleira, amarrada a uma série de exigências que mais servem para adiar do que para viabilizar”. Para o parlamentar, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, quer transformar o Amapá em “um santuário intocável”.

Ainda segundo o senador, “o discurso ambiental se tornou escudo para quem, na verdade, defende uma política de vitrines, uma ecologia de conveniência que sacrifica o povo amapaense em nome de aplausos estrangeiros. Enquanto isso, países como Guiana, Suriname e Trinidad e Tobago exploram petróleo e gás nos mesmos reservatórios do pré-sal na Margem Equatorial, águas comuns do Atlântico, com as mesmas correntes marinhas, sem que isso cause qualquer crise diplomática ou ambiental”.

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